sábado, 2 de novembro de 2013

Sentir Falta

Aproveitando que hoje é o Dia de Finados, resolvi fazer uma postagem sobre um tipo de pensar que com certeza quase todo mundo já teve:

O que as pessoas próximas diria se eu partisse deste mundo?


Bem, no meu caso acho que seria mais ou menos assim:

Polly: Menino, por que isso tinha que acontecer? Ai Big...
Marques: Não foi doideira, não aproveitou nada da vida.
Luane: Poxa neguinho, tinha tanto pra gente resolver.
Pancho: Caralho, conhecia ele desde criança.
Alzerni: Triste... Só que ele foi responsável por tudo que aconteceu.
Fernando: É uma pena, diziam que era meu irmão.
Ukka: Morreu? E eu com isso!?
Marconi: Negão, era um bom sujeito, mas também um tremendo imbecil.
Karla: Era legal, porém imaturo, não mudava nunca.
Hiji: Rapaz, foi embora e nem avisou!? Pelo menos deixava eu ficar com o teu Saturno.
Laura: Mas gente... Vou sentir falta do meu amigo melancólico. Do seu perfeccionismo não.
Marcone: Bom amigo, frequentava muito a minha lan house. Era muito desligado...
Alexsandra: Feio demais, ficava me seguindo no elevador do Shopping Boa Vista.
Johnny: Muito donzelo. O que importa que agora vou ficar rico as custas dele.
Lili: Pois é... Eu era sua fã nº 1

É, acho que seria desse jeito mesmo.  

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Comentário feito em um blog...

Eu já conhecia a história do Hércules no original quando fui ver o filme. Eu tinha 16 anos na época e usei minha irmã que tinha 9 anos como desculpa para assisti sem parecer retardado (naquele tempo ninguém via com bons olhos quem fosse ver desenho animados no cinema sem ser criança). Ao chegar lá, eu vi um monte de asneiras que a Disney alterou na história para deixar mais bonitinha e bobinha. Vejamos:

1º Hades nunca foi inimigo de Hércules, o máximo de contato que ele teve com o fortão que eu me lembre foi para resgatar Teseu (aquele do Minotauro), quando brigou com A Morte (entidade) e realizou o últimos dos 12 Trabalhos que era de trazer o Cão Cérberos para o Rei Euristeu.

2º Filoctetes (ou Phil como foi descrito no desenho) era humano e não sátiro (metade homem e metade bode). Era amigo de Hércules onde juntos participaram na expedição dos Argonautas. Quando o semideus bombadão faleceu, ele ficou como herança com seu arco e flechas envenenadas. E ele não foi mestre de Hércules, pois quem foi vou dizer logo a seguir.

3º Quíron era um centauro (metade homem, metade cavalo) e foi o verdadeiro mestre de vários heróis. Foi ele que treinou Perseu, Terseu, Jasão, Aquiles... e é claro o próprio Hércules. Pena que nem mencionado no desenho ele é. A cronologia heróica está muito troncha, pois colocou heróis que vem depois de Hércules antes.

A correta seria assim: Perseu > Hércules > Terseu > Aquiles


4º Como já foi dito na postagem, Hera não era mãe de Hércules. Além disso, ela era a principal inimiga dele, pois ele era a prova viva da traição de seu marido. Foi ela e não Hades que mandou 2 serpentes para assassinar o herói ainda criança. Então imagine como fiquei quando vi ela cheio de mimos para o ex-filho bastardo de Zeus.

5º Se for levar em consideração os nomes gregos dos personagens, então o certo seria Héracles e não Hércules. Mas neste caso até passa, pois o nome romano é mais conhecido e também acho mais bonito. Bem... é isso. Naquela época eu era mais intolerante e ficava muito abusado com as mudanças, mas  hoje nem ligo mais. Tanto que quando vi Tróia (aquele de Brad Pitt), nem liguei (muito) para as alterações que fizeram por lá e curti o filme numa boa.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Dancem, dancem... ou estão todos perdidos


Na vida a dança é aquilo que segue o seu ritmo, que não espera pela gente acompanhar independente de qualquer coisa, é o processo que continua a fluir.

Ela acontecem, se sente, emoção entre todas as partes do corpo, energia vital da permanência e impermanência, como rio que se segue.

Quando não acompanhamos, é como uma parte morta que fica na gente, que dá aquela sensação de não estamos completos, que algo no passado ficou e compromete o nosso futuro.

Mas a perdição é relativa, depende mais do pensamento de se sentir assim do que a própria condição de perda.