terça-feira, 6 de agosto de 2013

Dancem, dancem... ou estão todos perdidos


Na vida a dança é aquilo que segue o seu ritmo, que não espera pela gente acompanhar independente de qualquer coisa, é o processo que continua a fluir.

Ela acontecem, se sente, emoção entre todas as partes do corpo, energia vital da permanência e impermanência, como rio que se segue.

Quando não acompanhamos, é como uma parte morta que fica na gente, que dá aquela sensação de não estamos completos, que algo no passado ficou e compromete o nosso futuro.

Mas a perdição é relativa, depende mais do pensamento de se sentir assim do que a própria condição de perda.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Resumo do Texto 3


(O currículo como política cultural)

No texto diz que Henry Giroux não concorda com as teorias tradicionais do currículo, que era muito racional e tecnicista, deixando de lado o caráter histórico, ético e político das ações humanas. Ele acredita que com apagamento social e histórico do conhecimento, essas teorias sobre currículo assim como o próprio, contribuem para a reprodução das desigualdades e das injustiças sociais. Essas críticas em geral estavam ligadas a utilização da teoria social de crítica amplas, mas no caso Giroux, ele se inclinava para uma posição que era claramente tributária do marxismo, entretanto, ao mesmo tempo evitava se identificar com certos enfoques rígidos marxistas com a economia.

Giroux argumenta que a escola e o currículo devem funcionar como uma “esfera pública democrática”, ou seja, onde os estudantes tenham oportunidade de exercer as habilidades democráticas da discussão e participação, de questionamento dos pressupostos do senso comum da vida em sociedade. E os professores não devem ser vistos como técnicos ou burocratas e sim como pessoas envolvidas em atividades de crítica, questionamento, a serviço do processo de emancipação e libertação. 

Como “intelectuais transformadores”

Ele ver a pedagogia e o currículo através da noção de “política cultural”, pois o currículo envolve na construção de significados e valores culturais. Ele não está somente envolvido com transmissão de “fatos” e conhecimentos “objetivos”, mas também com significados sociais.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Menos

Para viver bem é só fazer menos: comer menos, pensar menos e falar menos. Sábias palavras da monja budista do templo em Olinda. 


- Fazer menos pode ser controverso. Acho preferível simplesmente a busca pelo equilíbrio. Dessa forma e só a partir daí é possível reconhecer onde fazer mais, ou menos.

- Acredito que o "pouco" que ela fala seja fazer somente o necessário, visto que normalmente as pessoas comem mais do que precisam, perdem tempo com pensamentos fúteis e fala coisas néscias.

- Eu compreendo o sentido pretendido e concordo, quando dedicado a excessos gratuitos, mas e amar, por exemplo? Ou, sem recorrer ao extremo, demonstrações oportunas e significativas de respeito, admiração ou afeto? Na vida é preciso atravessar o pouco e o muito.

- Bem, se não for um tipo de amor que é prejudicial para o outro e para você mesmo, eu não vejo problema em amar mais.