quarta-feira, 26 de junho de 2013

Resumo do Texto 3


(O currículo como política cultural)

No texto diz que Henry Giroux não concorda com as teorias tradicionais do currículo, que era muito racional e tecnicista, deixando de lado o caráter histórico, ético e político das ações humanas. Ele acredita que com apagamento social e histórico do conhecimento, essas teorias sobre currículo assim como o próprio, contribuem para a reprodução das desigualdades e das injustiças sociais. Essas críticas em geral estavam ligadas a utilização da teoria social de crítica amplas, mas no caso Giroux, ele se inclinava para uma posição que era claramente tributária do marxismo, entretanto, ao mesmo tempo evitava se identificar com certos enfoques rígidos marxistas com a economia.

Giroux argumenta que a escola e o currículo devem funcionar como uma “esfera pública democrática”, ou seja, onde os estudantes tenham oportunidade de exercer as habilidades democráticas da discussão e participação, de questionamento dos pressupostos do senso comum da vida em sociedade. E os professores não devem ser vistos como técnicos ou burocratas e sim como pessoas envolvidas em atividades de crítica, questionamento, a serviço do processo de emancipação e libertação. 

Como “intelectuais transformadores”

Ele ver a pedagogia e o currículo através da noção de “política cultural”, pois o currículo envolve na construção de significados e valores culturais. Ele não está somente envolvido com transmissão de “fatos” e conhecimentos “objetivos”, mas também com significados sociais.

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